Desde tempos remotos tem sido usada a sinalização acústica para alertar as pessoas em situações de emergência. Já na antiguidade batia-se em vários objectos metálicos, mais tarde construíam-se campanários para o efeito, e no início do século 20, surgiram as sirenes mecânicas rotativas. Estas constituem, de facto, um motor eléctrico cuja cabeça de forma especial emite som durante a sua rotação. Em muitos países, estas sirenes são usadas até hoje. No entanto, o advento da electrónica influenciou esta área também, e já em finais do século XX, surgiram as sirenes electrónicas. São, de facto, amplificadores electrónicos potentes dos sinais sonoros, à semelhança dos amplificadores nos sistemas áudio privados. No entanto, trabalham com potências muito mais altas e devem cumprir requisitos específicos em relação à extrema fiabilidade exigida e a modos diferentes de comando. Os altifalantes destes amplificadores estão situados em sonoflectores de desenho especial e tocam os sinais na memória digital da sirene ou os sinais conduzidos à sirene das fontes externas - microfone, telefone, estação de rádio, emissão de televisão normal etc.